domingo, 28 de dezembro de 2014

CABAZES DE NATAL 2014...

Tendo em conta os números sorteados na Lotaria Nacional de Natal 2014, 
os cabazes de Natal foram atribuídos aos últimos 3 números do 1.º, 2.º e 3.º Prémios:

Assim os cabazes foram atribuídos da seguinte forma e pelos felizes contemplados:

459 - 1.º Prémio / Cabaz de Natal - Sr.ª Zélia Alves



 050- 2.º Prémio / Cabaz de Natal - Sr. José Lopes

432 - 3.º Prémio / Cabaz de Vinhos- Sr. Santiago Escada

 PARABÉNS E MUITO OBRIGADO A TODOS OS QUE COLABORARAM COM A 
Comissão de Festas de Casal do Lobo 2015.


terça-feira, 23 de dezembro de 2014

SORTEIO DE CABAZES DE NATAL...2014

É JÁ AMANHÃ QUE ANDA A RODA DA LOTARIA DE NATAL...

Mas para quem comprou as nossas rifas e para a Comissão de festas de Casal do Lobo 2015, o que interessa são mesmo os últimos 3 números do 1.º, 2.º e 3.º Prémios.  Estes dão direito a um dos 3 cabazes de Natal... que estão quase fechados, só falta mesmo o bacalhau...
 
 

 Boa sorte a todos... e Muito Obrigado...

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

As 33 razões para adorar Portugal

As 33 razões para adorar Portugal
  • Da cortiça à urina: Com o selo da NASA
Primeiro foi a cortiça, usada para forrar os foguetões desde a missão Apolo XI, que levou os primeiros astronautas à Lua. Agora, um salto tecnológico chamou a atenção dos responsáveis da agência espacial norte-americana: o Centro de Engenharia Biológica da Universidade do Minho está a produzir eletricidade e fertilizantes a partir de urina humana. Este projeto europeu, intitulado Value from Urine, já despertou o interesse da NASA e também da Agência Espacial Europeia. Numa primeira fase, para produzir fertilizantes para solos ricos em fósforo e, num segundo momento, utilizar células de combustível capazes de gerar eletricidade e fertilizantes ricos em azoto.

  • Multibanco: Uma vida - segura - em cartões
Fomos dos últimos da Europa a instalar as máquinas (em 1985, quase 20 anos depois de as primeiras terem surgido), mas hoje temos uma das mais sofisticadas redes interbancárias do mundo: a baixa incidência de fraudes foi largamente elogiada no relatório de 2013. E aqui sim, as mais variadas possibilidades de usar o multibanco foram invenção nossa: Portugal é mesmo o país com maior número de operações oferecidas através das máquinas de ATM. A possibilidade de comprar tanto bilhetes para concertos como para o comboio continua a surpreender agradavelmente quem nos visita.

  • Calçado: Ponha aqui o seu pezinho
Já foi apresentada como a mais sexy da Europa: a indústria do calçado português ganhou novo fôlego e este ano bateu mesmo um recorde ao fazer-se representar por 86 empresas e cem marcas, na maior feira do mundo do setor, em agosto, na cidade italiana de Milão. Tudo somado, corresponde a 7 mil postos de trabalho e cerca de 500 milhões de euros em exportações.

  • Crime: Um país em segurança
Segundo o mais recente Índice Global da Paz, que avalia os países mais e menos seguros em todo o mundo, Portugal alcança um honroso 18.º lugar, entre 162 estados. Islândia, Dinamarca e Nova Zelândia são os primeiros.

  • Têxteis técnicos: Os tecidos do futuro
Tornaram-se uma grande aposta nacional: coletes que monitorizam o batimento cardíaco, fatos de isolamento térmico, malhas repelentes de água e de mosquitos, fios termorreguladores e antibacterianos são exemplos do que esta indústria consegue fazer (e que tem Usain Bolt como cliente). De janeiro a julho, as vendas para Espanha aumentaram 14,7% e para Angola 20,9 por cento

  • 17.º lugar: Amigos do Ambiente
Quem o diz é o ranking das universidades de Yale e Columbia, que listou 178 países. Subimos 24 posições desde 2012. Os melhores parâmetros são na qualidade do ar, água e saneamento.

  • Via Verde: Circular é viver
Não somos os criadores, mas tivemos olho para aproveitar o protótipo dos finlandeses e pô-lo a funcionar. Desde esse ano de 1991 estendeu-se ao pagamento de combustíveis e estacionamento.

  • Luís Borges: O rapaz mais fixe cá do burgo
É o único português na lista dos 50 melhores manequins do mundo no site models.com. Com 24 anos, tem também o recorde de maior número de trabalhos internacionais numa só estação. Há dois anos, foi ainda escolhido como um dos dez homens de maior relevância no mundo da moda, conseguindo um honroso terceiro lugar, numa lista elaborada pela norte-americana Obvious Magazine e dominada pelos EUA. "O Luís é como o rapaz fixe da escola com quem todos querem estar. Muito mais dele está para vir!", antevia, então, a revista.

  • Pena de morte: Um exemplo para a Europa
Não fomos os primeiros, pois Venezuela e San Marino adiantaram-se, decretando a proibição em 1863 e 1865. A nossa lei é de 1867 e fomos os primeiros na Europa, decisão elogiada por Victor Hugo autor de Os Miseráveis e um dos mais aclamados pensadores de sempre: "Está pois a pena de morte abolida nesse nobre Portugal, pequeno povo que tem uma grande História. (...) Felicito a vossa nação. Portugal dá o exemplo à Europa. Desfrutai de antemão essa imensa glória. A Europa imitará Portugal. Morte à morte! (...) Viva a vida!"

  • Papel higiénico: Inovação às cores
Sempre foi branco e, na nossa imaginação, raramente aparece de outra cor, mas a verdade é que o papel higiénico preto abriu todo um mundo de possibilidades à Renova, desafiando a concorrência. Um dia, estava o CEO da Renova, Paulo Pereira da Silva, a assistir a um espetáculo do Cirque du Soleil, em Las Vegas, quando os panos negros o fizeram lembrar rolos e daí a mudar-lhes a cor foi um passo, em 2005. O sucesso foi tal que a gama passou a ser usada como case study em cursos de gestão.

  • Mestrados: Sempre nos tops
Faz tempo que as nossas principais escolas de gestão aparecem bem classificadas nos principais rankings mundiais. Um dos principais responsáveis por esses bons resultados é o mestrado de Finanças da Nova SBE, escolhido sistematicamente para o top ten do Financial Times, desde há quatro anos. Mas não é o único caso a ter destaque internacional. Na lista dos 50 melhores da área de gestão, aparecem agora, também pela primeira vez, o mestrado da Faculdade Nova da Universidade de Lisboa e o da Universidade Católica.

  • Eduardo Souto Moura: O novo Nobel
Já tínhamos Siza Vieira na lista da arquitetura mundial. Agora, temos outro representante, vencedor da edição de 2011 do Pritzker, considerado o Nobel da arquitetura. Entre as suas obras, estão a Casa das Histórias de Paula Rego, em Cascais, e o Estádio Municipal de Braga.

  • Praia: Azul, da cor do céu
Portugal tem sido dos países a receber mais distinções da Fundação para a Educação Ambiental, logo desde 1987, Ano Europeu do Ambiente. Em 2001, o âmbito deixou de ser apenas europeu, mas ainda assim mantemos a boa classificação. Em 2011, fomos mesmo o primeiro do ranking mundial.

  • Botija de gás: 14 prémios
Recebidos, incluindo o Good Design Award. Produto 100% nacional, a Pluma apareceu em 2003, apresentando metade do peso de uma garrafa convencional

  • Sara Sampaio: Como um anjo
Desde 2013 que desfila para a Victoria's Secret, foi eleita revelação do ano pela revista espanhola Hola! e foi ainda a primeira a ser fotografada para a Sports Illustrated Swimsuit Issue, que lhe atribuiu igual distinção.

  • Joana Vasconcelos: Arte com tampões e outras coisas
Nascida em França, em 1971, a artista plástica deu nas vistas em 2005, depois de criar A Noiva, um lustre gigante todo feito de tampões higiénicos. O resto do mundo descobriu-a depois da sua participação na Bienal de Veneza, nesse mesmo ano. Em 2010, a antologia da sua obra Sem Rede, apresentada no Museu Berardo, foi a exposição realizada em Portugal mais vista de sempre. Em 2012, as suas peças rumaram ao Palácio de Versalhes, onde foi a primeira mulher a apresentar trabalhos, e a exposição tornou-se rapidamente das mais visitadas em França, nos últimos 50 anos. No ano passado, voltou a surpreender com o Trafaria Praia, ao transformar aquele cacilheiro no pavilhão de Portugal, durante a Bienal de Veneza.

  • Natalidade e longevidade: De boa saúde
Segundo a Organização Mundial de Saúde, estamos entre os 10 países do mundo onde as mulheres têm maior longevidade (84 anos) e também entre os dez mais seguros para recém-nascidos, tendo em conta a taxa de mortalidade neonatal, uma das mais baixas do mundo, informação divulgada recentemente pela britânica The Lancet: baixou 74% desde 1990.

  • Fronteiras eletrónica: Mais rápido não há
Chama-se RAPID - Reconhecimento Automático de Passageiros Identificados Documentalmente e foi o primeiro sistema do mundo que permite o controlo de passageiros com passaportes eletrónicos sem intervenção humana.
O projeto-piloto funcionava em Faro, em 2005, quando impressionou um governante inglês. Hoje, está em mais de 30 aeroportos internacionais há 400 milhões de pessoas no planeta a usar o este tipo de passaporte.

  • Telemóveis pré-pagos: Mimo, com muito gosto
Hoje, comprar cartões para fazer chamadas de telemóvel é um ato banal mas... lembra-se do Mimo, da TMN? Pois sim, foi o primeiro cartão do mundo a permitir comprar antecipadamente chamadas telefónicas, em 1995, democratizando o uso dos telefones móveis no planeta.

  • Património da Humanidade: A nossa riqueza
Quinze lugares estão inscritos na lista da UNESCO. Em 2011, foi a vez de o Fado ser reconhecido bem imaterial do planeta

  • Drogas: A discriminalização exemplar
Primeiro, o elogio veio de Glenn Greenwald, um dos mais conhecidos constitucionalistas norte-americanos, que analisou o que se passa em Portugal e concluiu que deve servir de exemplo. O elogio vai para as oportunidades de tratamento, e para o facto de não dar prisão, que era o principal desafio: os toxicodependentes não pediam ajuda com receio de acabar na cadeia. Recentemente, aos 10 anos da lei, Jorge Sampaio, acompanhado de vários congéneres internacionais, fez um apelo por um novo olhar na maneira de lidar com o tráfico e o consumo de droga.

  • Campos de golfe: Uma forte tacada
A eleição é da revista Golf World: há treze campos nacionais entre os 100 melhores da Europa Ocidental. Antes disso já Portugal tinha sido eleito o melhor destino de golfe da Europa nos World Travel Awards e o Algarve o melhor destino de golfe da Europa Continental, na relação preço/benefício, pela Today's Golfer.

  • João Magueijo: O 'nosso' Einstein
Investigadores portugueses a dar cartas no mundo já tínhamos, na pessoa de António Damásio, há décadas instalado nos EUA e que se tornou mundialmente reconhecido quando lançou O Erro de Descartes, em meados dos anos 90. Agora, o cientista na berra é João Magueijo, que desafiou Einstein, em 2003, ao propor que a velocidade da luz variou ao longo do tempo, solucionando assim uma série de questões na Cosmologia. Faz parte da equipa de físicos do Imperial College, em Londres.

  • Reciclagem: Pneus velhos... no asfalto
A ideia de usar betume modificado com borracha para pavimentar estradas não só salvaguarda o ambiente, por reutilizar a borracha velha, como ainda diminui o ruído nas estradas e aumenta a segurança dos carros e há décadas que já era feito. Entretanto, foi dado um novo salto quando um projetopiloto, desenvolvido pelo Laboratório Nacional de Engenharia Civil, e adaptado depois pela Recipav, sugeriu fazê-lo com pneus velhos.

  • Joana Carneiro: A maestrina
Iniciou os seus estudos musicais na viola antes de se formar em direção de orquestra, ainda em Lisboa. Seguiu-se o mestrado em Chicago e o doutoramento no Michigan. Em 2009, aos 33 anos, foi nomeada diretora musical da Orquestra Sinfónica de Berkeley. No ano seguinte, recebeu o Prémio Helen M. Thompson, atribuído pela Liga das Orquestras Americanas a diretores musicais excecionalmente promissores. Hoje, é maestrina titular da Orquestra Sinfónica Portuguesa.

  • Tribunais de menores: Em nome das crianças
Há cem anos, Portugal foi pioneiro na proteção das crianças, ao tratar de forma diferente menores e adultos, criando a Lei de Proteção da Infância, a 27 de maio de 1911- que mais tarde veio dar origem aos tribunais de família e menores -, baseada nos ideais republicanos. Em Diário da República, 16 páginas explicavam essa opção: as crianças eram o futuro e só educadas num determinado ideal seriam adultos de pleno direito e desenvolvimento.

  • Surf: A nossa reserva mundial
Em 2001 a organização Save the Waves distinguiu a Ericeira como a primeira zona de ondas protegidas da Europa. A distinção visa assegurar a proteção da orla costeira e reforçar o reconhecimento de um património de interesse mundial para o surf.

  • Carlos do Carmo: O primeiro Grammy
A Latin Recording Academy agraciou o cantor de Um Homem na Cidade com o Prémio de Excelência Musical uma distinção única para celebrar a carreira de um artista e que já foi entregue a cantores como Frank Sinatra, Miles Davis ou Bob Dylan. É o ponto mais alto da carreira de Carlos do Carmo, 74 anos. Co-protagonizou a candidatura do Fado a Património Imaterial da Humanidade, depois de participar no filme Fados, de Carlos Saura, em 2007, ao lado de Mariza e Camané, além de Chico Buarque de Hollanda e Caetano Veloso. Entre as apresentações públicas contam-se espetáculos em algumas das mais prestigiadas salas de todo o mundo, como o Olympia de Paris, Ópera de Frankfurt, Royal Albert Hall de Londres, Savoy de Helsínquia ou a Ópera de Wiesbaden.

  • Imigração: De portas abertas
Fomos considerados o melhor na integração de imigrantes na vertente de reunificação familiar e acesso à natalidade. Segundo o último índice desta área anunciado em Bruxelas, e que faz um estudo comparativo que avalia políticas em 31 países da Europa e da América do Norte, estamos mesmo muito próximos da Suécia, que ocupa o primeiro lugar absoluto, na imigração.

  • Caiaques: Heróis do mar
Somos o maior fabricante do mundo deste tipo de embarcação. Sob a marca Nelo, a empresa de Manuel Ramos, de Vila do Conde, já vendeu mais de 30 mil caiaques, desde a sua fundação em 1978. As exportações absorvem 98 % da produção, e têm como destino mais de 100 países, da Europa às Américas, passando pela Ásia.

  • Avenida da Liberdade: 10.ª mais luxuosa do mundo
E também a 35ª rua mais cara do mundo. Nos últimos anos ganhou um novo vigor, e passou a acolher marcas como a Louis Vuitton, Prada, Dolce & Gabbana, Tod's, Gucci, Burberry...

  • Sumos frescos: Fruta com muita tecnologia
Podemos dizer que os portugueses foram pioneiros em sumos frescos que duram 55 dias. São naturais, feitos com recurso a uma tecnologia da NASA e produzidos em Alcobaça. A máquina de hiperpressão a frio, usada para cortar ligas de foguetões, foi adaptada para fazer sumos de vegetais sem conservantes, aditivos ou açúcares. O sumo conserva-se quase dois meses porque a tecnologia esmaga as bactérias a 5º C, sem alterar as vitaminas nem o sabor. A empresa exporta já 70% dos sumos que produz. A solução ajudou a escoar boa parte da produção de fruta.

  • Azeite: O país do ouro líquido
Desde 2010 que Portugal detém o maior olival do mundo. A produção de azeite também está em alta: este ano, duas marcas nacionais receberam as mais altas distinções num concurso internacional de azeites atribuído pelo Conselho Oleícola Internacional.

Ler mais: http://visao.sapo.pt/33-razoes-para-adorar-portugal=f797492#ixzz3FMvuXLjR

ASSOCIAÇÃO CRD de CASAL DO LOBO - REABRIU A 04 DE OUTUBRO 2014

A Associação reabriu este fim-de-semana.
Depois de estar fechada por mais de um ano, é bom para a aldeia e para o convívio em geral que este espaço associativo volte a abrir portas.
Faço votos de que não funcione apenas como uma espécie de café ou tasca mas como uma associação e em prol da população.

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

CRISTIANO RONALDO - MELHOR JOGADOR DO MUNDO EM 2013

Ontem, Cristiano Ronaldo recebeu das mãos de Pélé o prémio mais cobiçado pelos jogadores profissionais de futebol, em termos individuais, a Bola de Ouro 2013, da FIFA.  Pela segunda vez Ronaldo ganhou o título de melhor jogador do mundo. É de facto notável, devendo ser um orgulho para todos os portugueses, quer gostem de futebol ou não, quer sejam do Benfica, Sporting ou Porto... Um orgulho para todos os que realmente gostam de futebol... É como um Nobel, mas no desporto rei...  Ronaldo é um bom exemplo de que com esforço, sacrifício, trabalho, dedicação, motivação, performance se consegue chegar ao topo... enfim, ele é um modelo de profissionalismo para todos os desportistas e para os próprios portugueses em geral...
 
Ronaldo não conteve a emoção e por momentos foi frágil, sensível, humano e sincero, como nunca o vimos... na hora de receber o galardão chorou perante a família, amigos, colegas, milhões de fãs e tele espectadores... chorou para o mundo inteiro, mas de alegria...  
 
Leonel Messi, vencedor da edição de 2012, ficou-se pela segunda posição, mas não deixa de ser um jogador excecional, valorizando também a conquista de Ronaldo.
 
 Em terceiro lugar ficou Ribery, um jogador completo, lutador, brutal, que conquistou todos os títulos em 2013 ao serviço do Bayern...  infelizmente, só podia ganhar um...

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Eusébio: o Nóbel do Futebol

Eusébio da Silva Ferreira em números.

1: Vitórias na Taça dos Campeões Europeus.
2: Golos na final da Taça dos Campeões Europeus de 1961/62.
3: Jogos na Taça Intercontinental (dois golos).
4: Golos marcados à Coreia do Norte (5-3), no jogo dos quartos de final do Mundial de 1966, depois de Portugal estar a perder por 3-0.
5: Vitórias na Taça de Portugal.
6: Jogos na fase final do Mundial de 1966, prova em que foi considerado o melhor jogador e foi o melhor marcador.
7: Golos na Taça das Taças, cinco deles num só jogo, face ao Olimpia Ljubljana, o seu recorde nas taças europeias.
8: Épocas em que marcou mais de 20 golos no campeonato nacional.
9: Golos na fase final do Mundial de 1966 (melhor marcador da prova).
10: Número que envergava no Benfica.
11: Títulos de campeão nacional (recorde).
12: Jogos pelo Beira-Mar na primeira divisão (três golos), em 1976/77.
13: Número que envergou no Mundial de 1966.
15: Épocas no Benfica.
16: Golos na campanha de Portugal rumo ao terceiro lugar no Mundial de 1966, entre qualificação e fase final.
17: Títulos coletivos pelo Benfica (11 campeonatos, cinco taças de Portugal e uma Taça dos Campeões).
19: Número de jogos em que marcou golos ao FC Porto.
22: Golos na liga norte-americana.
24: Idade com que disputou o único Mundial, em 1966.
25: Golos marcados ao FC Porto.
27: Lugar na hierarquia dos melhores goleadores de sempre, com 342 golos, em 373 jogos, entre 1960 e 1977, de acordo com a IFFHS.
28: Golos marcados ao Sporting - 27 pelo Benfica e um pelo Beira-Mar -, em 30 jogos.
30: Minutos que cumpriu, como suplente utilizado, no seu último jogo pela seleção portuguesa de futebol, a 13 de outubro de 1973, com a Bulgária (2-2), em Lisboa.
40: Golos apontados no campeonato nacional de 1972/73, época em que ganhou a segunda Bota de Ouro e foi o melhor marcador da prova pela sétima vez (recorde).



41: Golos pela seleção portuguesa de futebol.
42: Golos apontados no campeonato nacional de 1967/68, época em que ganhou a primeira Bota de Ouro.
46: Golos na Taça dos Campeões Europeus, prova em que foi por três vezes o melhor marcador.
50: Jogos na Liga norte-americana.
57: Golos nas taças europeias.
62: Jogos na Taça de Portugal.
64: Jogos pela seleção portuguesa de futebol.
71: Idade com que faleceu.
75: Jogos nas taças europeias.
97: Golos na Taça de Portugal.
186: Número do seu primeiro cartão de jogador da Federação Portuguesa de Futebol.
313: Jogos na primeira divisão portuguesa.
320: Jogos na primeira divisão portuguesa.
543: Golos em jogos oficiais.
589: Jogos oficiais.
676: Golos


CRONOLOGIA:
1942: Nasceu, a 25 de janeiro, em Lourenço Marques (agora Maputo), Moçambique.
1958: Estreou-se pelo Sporting de Lourenço Marques.
1960: Chegou em Portugal, em dezembro.
1961: Estreou pelo Benfica e pela seleção portuguesa, com 19 anos.

1962: Sagrou-se pela primeira e única vez campeão europeu, a 02 de maio, na final com o Real Madrid (5-3), em Amesterdão, onde marcou dois golos.

1963: Marca novamente na final da Taça dos Campeões, mas, desta vez, o Benfica perde com o AC Milan por 2-1.
1965: Ganhou a Bola de Ouro.
1966: Terceiro no Mundial de 1966. Medalha de Prata da Ordem do Infante D. Henrique.

1968: Última final da Taça dos Campeões Europeus, perdida para o Manchester United, em Wembley (1-4 após prolongamento).
1970: Campeão nacional pela 10.ª vez.
1972: Campeão nacional pela 11.ª vez.
1973: Grau de Cavaleiro da Ordem do Infante.
1975: Transferiu-se do Benfica para um clube norte-americano, o Rhode Islands Oceaners.
1976: Regressou a Portugal, para representar o Beira-Mar.
1977: Partiu para uma segunda aventura nos Estados Unidos.
1978: Despediu-se do futebol, no União de Tomar.
1981: Grande Colar de Mérito Desportivo.
1982: Águia de Ouro do Benfica.
1990: Colar de Honra ao Mérito Desportivo.
1992: Inaugurada a estátua de Eusébio, junto ao Estádio da Luz, a 25 de janeiro, dia do seu 50.º aniversário. Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique.
1994: Ordem de Mérito da FIFA.
1998: Membro inaugural do Hall of Champions da FIFA.
2000: Eleito com um dos 10 melhores futebolistas do século XX.
2001: Recebe troféu de melhor jogador moçambicano do século XX.
2003: Lágrimas na despedida do antigo Estádio da Luz.
2004: Grã-Cruz da Ordem do Mérito.
2005: Perde para Pauleta o estatuto de melhor marcador de sempre da seleção portuguesa.
2006: Inaugurada estátua de Eusébio, no Estádio de Foxboro, nos Estados Unidos.
2007: Entrega ao sérvio Novak Djokovic o troféu de
vencedor do Estoril Open.

2008: Primeira edição da Eusébio Cup.
2009: Primeira vitória do Benfica na Eusébio Cup, a 08 de agosto, frente ao AC Milan, no desempate por grandes penalidades.                                        
2010: Recebe prémio “UEFA Presidents Award”, das mãos do presidente da UEFA, Michel Platini.
2011: Benfica volta a vencer a Eusébio Cup, agora com um triunfo por 2-1 sobre o Arsenal.

2012: O Benfica ganha a Eusébio Cup, com um triunfo por 5-2 sobre o Real Madrid.
2014: Ano em que faleceu, a 05 de janeiro, em Lisboa.
 
Fonte: José Pestana, publicado a 06-01-2014 às 12:34, LUSA: http://www.futebol365.pt/noticia/105541/

5 Dezembro 2013 - Mandela despediu-se hoje aos 95 anos. Deixa a África do Sul órfã, mas livre.


A história de Rolihlahla Dalibhunga podia ter ficado contada aos nove anos. O pai, Gadla Henry Mphakanyiswa, perdia o combate com a tuberculose e deixava a família, de quatro mulheres e treze filhos, sem os privilégios e proteção que o seu estatuto de conselheiro tribal lhes conferia. Mas a história de Rolihlahla é a de um gigante. Um gigante que hoje se despediu aos 95 anos, na sua casa em Joanesburgo. Morreu sem nunca ter tido tempo para viver.
Forçado a abandonar a aldeia para se tornar no primeiro filho de Mphakanyswa com estudos, foi enviado para Weslyan, um colégio inglês onde chegaria sozinho, descalço mas com as calças do pai, amarradas por um cordel, para não ferir as suscetibilidades de um colégio com regras de 1927 e que lhe abriria as portas de um novo Mundo. Um Mundo que rapidamente lhe mostraria ser pouco dado a aceitar as diferenças. Primeiro, foi o nome que teve de ser mudado. Rolihlahla, que traduz para agitador, foi trocado por Nélson e de Dalibhunga passou a Mandela. "Nunca ninguém na minha família tinha ido à escola e no primeiro dia a Miss Mdingane deu-nos um nome inglês a todos. Não sei porquê Nelson, mas era costume", escreveu na autobiografia, Uma longa caminhada para a liberdade.
Em vez de três, precisou apenas de dois anos para completar o liceu e seguiu para universidade de Fort Hare onde o Mundo lhe reservava outra surpresa - acabou expulso por se ter envolvido na associação de estudantes. Para tornar o cenário menos promissor, da sua terra natal chegavam notícias de um casamento combinado para manter o estatuto da linhagem na aldeia e que o obrigaria a abdicar dos estudos. Como resposta, fugiu para Joanesburgo onde trabalhou como segurança numa mina, prestou apoio num escritório de advogados e onde, em 1944, se juntou ao Congresso Nacional Africano, um pequeno grupo de oposição ao regime do Partido Nacional, racista e liderado exclusivamente por brancos. Imediatamente fundou a Juventude do partido e em 1952, já licenciado, abria, com o amigo Oliver Tambo, um escritório de advogados dedicado exclusivamente aos negros sul-africanos. Inevitavelmente, os problemas com a lei subiram de nível. Em 1956, juntamente com 155 ativistas foi julgado por traição e na entrada da década de sessenta é mesmo obrigado a passar à clandestinidade. No entanto, em Março de 1960 um evento viria a alterar a forma de combate. Numa manifestação de estudantes, em Sharpeville, a polícia abriu fogo matando, pelo menos, 69 e ferindo perto de 300. Nesse momento, Mandela mudou de estratégia. Endureceu, fundou "A Lança da Nação", o braço armado do CNA, e rumou à Argélia para receber treino em técnicas de guerrilha. No regresso, em 1962, seria preso. Acusação: promover uma greve e sair do país sem passaporte.
"Estou preparado para cumprir qualquer tipo de pena, apesar de saber como é desesperante a situação dos africanos nas prisões deste país. Já estive nessas prisões e sei como é repugnante a discriminação contra os africanos atrás das grades. De qualquer forma, nada será capaz de me afastar do caminho que escolhi", disse Mandela, enquanto esperava a sentença, em entrevista à revista Veja. Nessa altura, o discurso estava longe do esperado num futuro prémio Nobel da paz. Sobre a oposição violenta avisava que "a disputa pode ser resolvida pela força". "Já existem sinais de que o povo, o meu povo, está a adotar atos deliberados de violência contra o governo, de forma a convencê-lo no único idioma que parece entender", dizia sem esconder o "ódio" ao regime de então e, dizendo-se pronto para "qualquer pena", prometendo que cumprida a prisão retomaria "na maneira que for possível, a luta pelo fim das injustiças até que elas estejam abolidas para sempre". Quantos terão acreditado? E quantos terão imaginado que 27 anos depois seria esse terrorista, estatuto que nos Estados Unidos só perdeu oficialmente em 2008, a impedir uma guerra civil num país com mais de 50 milhões de habitantes?
Em 1962 esteve meses à espera de acusação e a sentença só a conheceria na globalidade dois anos mais tarde. Em Julho de 1963, 10 ativistas do CNA foram presos e acusados de 221 atos de sabotagem para derrubar o governo. Mandela, há mais de um ano preso na maior prisão de Joanesburgo, acabou incluído no lote. "Celebrei a ideia de uma sociedade livre e democrática na qual todas as pessoas vivem juntas em harmonia e com oportunidades iguais. É um ideal pelo qual espero viver e o qual espero alcançar. Se for necessário, é um ideal pelo qual estou pronto para morrer", declarou ao tribunal onde recusou o apoio de qualquer advogado. Nessa altura, sabendo que sobre ele pendia a ameaça de pena de morte, já terão sido mais os que acreditaram na convicção do temido terrorista.
Foi preso aos 44 anos, ia no segundo casamento e tinha quatro filhos. Quando foi preso, os Estados Unidos travavam a guerra no Vietname e estavam a ser invadidos pelos Beatles, quando foi libertado os norte-americanos invadiam o Panamá para derrubar o General Noriega e de Seattle exportavam os Nirvana para o Mundo. Mas os anos passados entre trabalhos forçados e as pequenas celas de Robben Island, hoje uma das principais atrações turísticas sul-africanas, nunca o quebraram. Trocou cartas com Winnie, como quem casara pouco antes da prisão, aprendeu boxe e em 1985 ainda tinha energia suficiente para recusar um pedido de liberdade condicional em troca da recusa da resistência armada. Nessa altura todos perceberam que a jura feita mais de vinte anos antes era para cumprir - assim que voltasse à liberdade a luta continuaria. A convicção valeu-lhe uma espera de mais cinco anos, sempre na cela com pouco mais de um metro quadrado.
Em 1990, Frederik Willem de Klerk, o último presidente branco da África do Sul, levantava a proibição dos movimentos negros e a 11 de Fevereiro Mandela voltava à rua equilibrando, pela primeira na história da África do Sul, a balança de poder entre brancos e negros. Os brancos, ainda no governo, sabiam que em eleições Mandela seria imbatível. Pelo seu lado, os negros, muitos sequiosos de vingança, esperavam pela oportunidade de conquistar o que há décadas ansiavam. Mas no discurso que fez na câmara da Cidade do Cabo, a palavra "paz" surgiu antes de "democracia" e "liberdade" e de garantir que o caminho que começara a trilhar há mais de trinta anos era irreversível. "Não podemos permitir que o medo nos atrapalhe. Sufrágio universal para os eleitores numa África do Sul não racista e unida é o único caminho para paz e harmonia racial", disse a concluir. Mas se Mandela foi gigante na resistência e, depois da subida ao poder, gigante ao evitar conflitos numa nação com onze etnias e uma profunda ferida a separar brancos e negros, pouco tempo teve para o ser enquanto governante. Prémio Nobel da Paz - partilhado com De Klerk - e eleito presidente da África do Sul em 1993, Mandela cedeu o lugar apenas cinco anos depois. Mais um exemplo dado a um continente marcado por líderes que se eternizam no poder.
Um divórcio litigioso com Winnie Mandela, um terceiro casamento aos 80 anos com Graça Machel (viúva de Samora Machel), um campeonato do Mundo de râguebi em que pôs negros a torcer pela seleção ‘branca' - a história está contada em Invictus, de Clint Eastwood -, um filho a morrer de sida e uma campanha mundial de angariação de fundos e de alerta para os perigos da doença valeram-lhe uma reforma ativa e a perpetuação do estatuto de Madiba, o pai da nação. Aos 95 anos, Mandela despediu-se depois de uma infeção pulmonar o ter obrigado a meses de internamento e outros tantos em casa já sem capacidade para, sequer, falar. Despediu-se "tranquilamente", garantiu o presidente Jacob Zuma, deixando o país em lágrimas. Em 95 anos de vida, a Mandela roubaram-lhe o tempo para ser gigante no poder e viver em liberdade. Retribuiu mostrando que não é o cargo quem muda o Mundo e deixou-o melhor do que o encontrou. No final de uma vida apressada, a longa caminhada foi cumprida. A África do Sul fica órfã, mas livre.

ESTUDASSES!

Estudaste nos anos 70 ou 80 na Nova Escola Primária de Casal do Lobo? Então porque é que ainda não te inscreveste no convívio? É para ti e p...